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5 erros que estragam um evento perfeito

Nenhum evento falha por causa do mau tempo ou por causa das flores. Falha por causa de decisões que pareciam pequenas na altura em que foram tomadas.

Palco às escuras com a cara de um felino projetada em verde entre ruínas de pedra

Há celebrações com orçamento generoso, espaço deslumbrante e todos os fornecedores certos que, ainda assim, não deixam marca. Os convidados saem satisfeitos e ninguém volta a falar do assunto. Não correu mal, apenas não aconteceu nada. Nada de especial.

Depois de produzirmos mais de 20 anos de eventos, aprendemos que os problemas se repetem. E que quase todos são evitáveis com semanas de antecedência. Estes são os cinco erros mais comuns na organização de eventos, e como os evita.

1. Escolher o espaço antes de ter um conceito

É o erro mais comum e o mais caro, porque condiciona tudo o que vem a seguir. O espaço é escolhido por ser bonito, por estar disponível na data ou por ter sido recomendado, e só mais tarde se descobre que tem pé-direito baixo demais para uma performance aérea, restrições de ruído às onze da noite, ou uma sala de jantar que obriga a partir os convidados em dois grupos que nunca se vão encontrar.

A ordem correta é a inversa: primeiro decide-se que experiência se quer criar, depois procura-se o espaço que a permite. Um espaço em branco com as condições certas produz noites melhores do que um palácio com limitações escondidas.

Pista de dança atravessada por feixes de luz verde, sob uma bola de espelhos

2. Contratar por peças, sem direção criativa

A banda foi escolhida por recomendação de um amigo. A decoração foi fechada com quem já tinha feito o casamento da irmã. O espetáculo apareceu num vídeo. Individualmente, todos são bons. Juntos, não dizem nada.

Um evento com identidade tem uma ideia central que atravessa tudo: a paleta, o som, o ritmo, o figurino dos performers, o tipo de flor, a temperatura da luz. Sem essa ideia, o resultado é uma soma de fornecedores competentes. E isso não emociona.

Se pensarmos numa orquestra, ela não funciona sem tudo estar perfeitamente coordenado, planeado e ensaiado. O mesmo acontece nos eventos.

Foi precisamente para resolver isto que a Xclusive integrou música, dança, espetáculo e decoração sob a mesma direção artística, em vez de as tratar como orçamentos independentes.

3. Deixar a música ao critério da última hora

A música é o elemento que mais influencia o que a sala sente e, curiosamente, aquele que mais vezes é decidido no fim. O resultado é conhecido: um jantar demasiado silencioso, uma passagem abrupta para a pista, um alinhamento que não conhece o público que está na sala.

Uma noite bem construída tem uma curva sonora desenhada de ponta a ponta: acolhimento, cerimónia, jantar, viragem, pista. Cada uma dessas fases pede uma formação, um volume e uma intenção diferentes. Quem trata a música como “quem toca” em vez de “o que a sala vai sentir a cada hora” está a desperdiçar o instrumento mais poderoso de que dispõe.

Claro que há espaço para as músicas favoritas, sobretudo nos casamentos, porque elas trazem consigo histórias e emoção, mas a forma como são apresentadas faz toda a diferença.

DJ em cabina, com a sala banhada em luz de cor

4. Sobrecarregar o programa

Quando se contratam fornecedores independentes, o cliente é empurrado a comprar mais e mais (e mais!) animações e performances. Existe a tentação de encher a noite: discursos, vídeos, três surpresas, sorteios, entregas de prémios, mais um número. O calendário parece rico no papel. Na sala, é exaustivo.

Cada momento adicional rouba impacto ao anterior. Uma noite memorável tem dois ou três picos e muito espaço entre eles para as pessoas conversarem, dançarem e respirarem, porque é nesse espaço que os convidados criam as memórias que depois atribuem ao evento.

Cortar é uma decisão de produção, não de orçamento. E é quase sempre a decisão mais difícil de convencer um cliente a tomar.

5. Não ter um plano B a sério

Um plano B não é dizer “se chover, passamos para dentro”. É ter a alternativa desenhada, orçamentada, com plantas próprias, alinhamento técnico revisto e hora limite definida para acionar a decisão.

O mesmo se aplica ao artista que adoece, ao gerador que falha, ao trânsito que atrasa a montagem. A diferença entre uma equipa experiente e uma equipa apanhada de surpresa não está em evitar imprevistos, está em já ter decidido o que fazer com eles antes de acontecerem.

Grupo de percussão em atuação sob uma chuva de confettis

O denominador comum

Repare no que estes cinco erros têm em comum: nenhum é uma questão de dinheiro, muito pelo contrário. São todos questões de sequência e de decisão.

Quem começa pelo conceito, contrata com direção criativa, desenha o som de ponta a ponta, resiste a encher o programa e prepara alternativas reais consegue eventos melhores do que quem gasta mais e decide pior.

E, no fim, é isso que os convidados percebem, mesmo sem saberem explicar porquê. E se quiser saber porquê, fale connosco.

Comece pelo conceito. Nós tratamos do resto.

Realize o seu evento connosco